21.10.12

tempestade de vida

Depois da bonança, sempre vem uma tempestade. O avesso do ditado, a contradição da vida e o inverso do querer. Não há chuva sem sol e não há tempestade sem um tempo cinza. Algumas gotas molham mais do que muitas .Será que a tempestade molha mais quando se corre, ou sai andando tentando fugir dela? Se correr, a bicha pega. Mas se ficar , meu bem, ela come. Gosto do cheiro molhado do chão, dos pés úmidos da pressa e do cabelo encharcado do medo. Medo de se resfriar, de estragar  aquele dia em que seu cabelo acordou e te deu um lindo bom dia. Mas quem é que não tem medo? Quem é que não corre, passando apressado entre os carros, pegando atalhos e contornando galhos? Só que no final das contas, não tem como fugir. Não se pode fugir do resfriado, das roupas úmidas e do tempo ruidoso. Não se pode fugir disso tudo, mesmo que pegue um atalho, mesmo que a bonança aparentava querer durar.Não dá pra parar o tempo e não se pode fugir da vida assim, desse jeito, meio sem jeito, meio com pressa ou se arrastando por ela.




Estou com problemas com o blogspot. Há algum tempo, não consigo comentar em nenhum blog, espero resolver isso logo. Não sei o que é, mas se souberem, me contem. Agradeço de verdade os comentários. Dei uma sumida porque estou em fase de TCC, mas não quero abandonar meu cantinho. Aliás, também não quero que vocês abandonem .Qualquer coisa, sabem onde me encontrar, aqui embaixo ou pelo e-mail: blog.reticenciasnostalgia@gmail.com

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